A centenária Vila de Quilengues é um verdadeiro atractivo a céu aberto para quem entra e sai da nossa província, particularmente por estrada, passando por Benguela, sendo, para muitos, paragem obrigatória, a julgar pelo acolhimento da gente local, beleza única do cenário paisagístico e arquitectónico.

Situado a 146 quilómetros no extremo norte do Lubango, capital da Huíla, o município convida os visitantes a CONHECER, VIVER e a INVESTIR na nossa terra. A localização geográfica faz de Quilengues uma região estratégica, do ponto de vista económico, porquanto, a Estrada Nacional 105, que liga o Norte ao Centro e Sul de Angola, é palco da circulação de centenas de viaturas ligeiras e pesadas, transportando pessoas e mercadorias.

A AGRICULTURA, A INDÚSTRIA E O TURISMO são três sectores económicos interligados, para os quais Quilengues abre-se ao investimento, capaz de gerar produção, postos de emprego e riqueza às famílias.

O clima, maioritariamente temperado, favorece a prática do cultivo, onde se destaca a agropecuária com um efectivo superior a 1500 cabeças de gado bovino. Com solos semiáridos, Quilengues já foi referência na produção agrícola de tabaco em grandes quantidades.

A exploração do NIÓBIO a curto prazo é um sonho prestes a ser concretizado, por se tratar de um mineiro raro de grande utilidade na indústria e não só, que o município tem o privilégio de possuir em toda extensão da Serra da Bonga.

A 15 de Março de 1975, antes da Independência de Angola, o município acolheu a visita do saudoso Doutor António Agostinho Neto, que presidiu um concorrido acto de massas no bairro Catala, na caminhada da celebração da Independência de Angola, em Novembro do mesmo ano.

Quilengues conta, ainda, com um mosaico etnocultural diversificado, onde despontam os monumentos e sítios com as suas histórias rodeadas de mitos. O nosso município é isso e muito mais.